Mas você nunca destruirá a minha alma
Esta é a parte de mim
Que você nunca arrancará de mim.
Postado por Nathália Zampieri às 15:47 0 comentários
Postado por Nathália Zampieri às 14:23 0 comentários
Postado por Nathália Zampieri às 07:56 0 comentários
Dedicado ao meu amor.
Sabe, com o tempo eu fui concluindo que existem momentos na vida em que não vale a pena continuar acreditando que tudo vai dar certo, e tu me conhece muito bem, sabe que quando eu coloco alguma coisa na cabeça nem Deus consegue tirar. Então, eu já tinha desistido de tudo, já não sabia mais o que fazer, seria muito clichê dizer que a minha vida não tinha mais sentido antes de te encontrar, mas é a verdade. Não podia ser em outra hora, em outro lugar, em outro momento, tu apareceu na hora certa, estendeu a tua mão e me mostrou o melhor caminho possível pra que eu fosse uma pessoa melhor, e me mostrou o que era ter um melhor amigo de verdade. Sim, tu ainda é meu melhor amigo, e tu sabe disso, meu melhor amigo em quem eu posso contar independente da situação e que sempre vai tentar me proteger de tudo de mal que possa me alcançar, meu melhor amigo que mostrou exatamente o que era uma vida, o que era felicidade, como um sorriso valia a pena quando tudo parecia estar perdido. Pode ser que seja essa tua capacidade de fazer com que tudo pareça perfeito, ou o teu dom de me arrancar um sorriso independente do momento, não sei o que foi que causou tudo isso, mas eu sei que tudo que eu sou hoje, eu devo a ti, tudo que eu conquistei de bom, que eu posso contar com orgulho pra todos que quiserem ouvir, conquistei porque tu me incentivou, tu me mostrou que continuar não era cansativo, que ir adiante, correr atrás era uma brincadeira, e que a recompensa era, por mais que sofrida, o melhor que eu poderia ganhar em troca. Não chamo isso de amor, não mais, pois não é apenas isso; é amor, carinho, compreensão, confiança, é saber mostrar o que eu sou de verdade sem medo de ser rejeitada, é querer ser cada vez melhor, sem medo de olhar pra trás, e me deparar com as decepções do passado, não é apenas amor, é tudo, e nesse tempo todo que passou, esse tudo se tornou vício, se tornou vida, vida da qual não desejo sair nunca, e se pudesse, compartilharia com todos, porque eu, mesmo quando já não acreditava mais, encontrei a felicidade, a paixão, encontrei a vontade de sonhar, de realizar, e de sonhar cada vez mais, tudo por tua causa. Agradecimentos seriam medíocres perto do bem que tu me faz, e continua fazendo, palavras por mais belas que sejam, um dia acabarão se perdendo, misturando-se entre as "memórias esquecidas" que você leva em sua mente, e eu quero que seja inesquecível, eu quero fazer com que essa marca cicatrize de vez, eu quero me tornar cada vez mais a tua vida, como tu se tornou a minha, e nem que eu leve a vida toda, eu ainda vou te mostrar a imensidão desse carinho, da confiança, da paixão, dos sonhos, de tudo que concretizou o amor que eu sinto por ti, ainda vou te mostrar que por mais que pareça bobagem, que o que eu sinto é muito maior do que parece ser, e do que eu possa de qualquer forma demonstrar. Muito obrigada pelos melhores 10 meses de toda a minha vida. ♥
Postado por Nathália Zampieri às 17:02 0 comentários
Postado por Nathália Zampieri às 05:50 0 comentários
Primeiramente, todos já sabem o conceito de economia, e que ela, diga-se de passagem, visa apenas o lucro. Seria possível atingir um "estado" de economia fraterna e igual para todos do jeito que estamos vivendo hoje? Não é novidade que atualmente, todos nós estamos divididos em classes sociais, onde todos apenas querem o melhor para si mesmos sem se preocupar com as necessidades dos outros. Uma economia igualitária, na minha opinião seria possível sim, se as pessoas praticassem o que os budistas chamam de "desapego". Honestamente, não sei qual é o real significado desse desapego, mas entendo que seria basicamente não se apegar ao material para e buscar a paz de espírito.
Mas afinal porque o ser humano dá tanto valor às coisas materiais? Alguns justificam que são coisas de extrema necessidade em seu dia-a-dia, outras afirmam que apegam-se ao material por ser fruto de muito trabalho e esforço. Pessoalmente, eu dou bastante valor as coisas materiais. Todos nós damos valor, pois acabam facilitando nossas vidas, e assim, estamos contribuindo com o que? O capitalismo.
Com certeza se não nos preocupássemos tanto com o valor das coisas, e sim com nossas necessidades e as dos outros, o valor emocional, o sentimentalismo, o mundo seria realmente muito melhor. Mas é claro que por mais que todos defendamos essa tese, por mais que todos apoiem essa ideia toda de um mundo melhor e etc, nunca praticaríamos a real solidariedade e a valorização do sentimento.
A felicidade, no meu ponto de vista, depende muito de como você a vê, de como você se sente, e de como você vive. Ela é instantânea, momentânea, é um ponto de equilíbrio que a qualquer momento pode se desfazer. Se todos seguíssemos o que falamos sobre preservação, economia, amor ao próximo, penso que seriamos todos felizes, não só por não quase nos matarmos para nos adequarmos ao capitalismo, mas também porque nos contentaríamos com o que temos, e o que sentimos.
Mas, o ser humano é ambicioso e teimoso, e continua lutando para estar no topo dessa pirâmide capitalista, que a cada dia têm derrubado mais homens iludidos com o poder, e cegados pela ganancia, e tentados pelo sucesso. Ninguém realmente se importa com o bem estar de quem está próximo de si, nos importamos em ter mais e mais, como se isso nos garantisse "um lugar no paraíso" ou algo do gênero. Tudo isso pode ser uma grande besteira. Ou não, em parte. Acredito que não deixa de ser verdade, mesmo talvez sendo apenas mais um pensamento "filosófico" que às vezes, passa por minha cabeça. Penso que talvez um dia deixaremos de ser "cegos" pela economia, e assim saberemos o que realmente é verdade, e o que realmente nos faz bem. E diante desse pensamento todo, surge uma única pergunta que acho que eu não saberia responder, o que ganhamos com tudo isso, e o que realmente importa? Você saberia responder?
Postado por Nathália Zampieri às 11:35 0 comentários
Postado por Nathália Zampieri às 06:42 0 comentários